Eleições 2018: o papel das redes sociais nas discussões políticas

Enviada em 27/04/2020

As redes sociais tem um grande papel para o mundo de hoje, essa tecnologia trouxe novos meios de comunicação que facilitou a vida de muitas pessoas. Seja para conversar, postar fotos, compartilhar, já se tornou algo normal na sociedade atual. Hoje, a maioria está conectado em pelo menos uma rede social, fazendo com que ativistas surgissem, criando campanhas e movimentos sociais de diferentes gêneros. Um simples “curtir” em uma página ou compartilhando uma postagem no Facebook faz um evento se multiplicar trazendo mais pessoas a conhecer uma determinada ação.

Em primeiro lugar, vale citar os principais aspectos positivos dessa nova cultura mundial para a sociedade. Um deles é o fato de, por meio das redes sociais, o indivíduo ganhar força e visibilidade. Isso ocorre, pois o alcance do ciberespaço é enorme, assim pode aderir mais pessoas semelhantes à questão discutida. Além disso, esse espaço fornece liberdade à população, que consegue se manifestar com menos interferências do Estado - visto que este apresenta dificuldades em controlar essa rede.

Em segundo lugar, é importante mencionar as questões políticas. Um exemplo positivo dessas questões, que repercutiu em um âmbito global nos setores culturais, políticos e sociais, foi a Primavera Árabe, a qual ocorreu no final de 2010. Esta demonstrou para o mundo a importância das redes digitais em prol da liberdade de um povo. Isso é afirmado, pois nesse evento foi possível perceber a importância das redes sociais na disseminação de informações dos movimentos, nos debates políticos e na organização das manifestações.

Ninguém duvida da importância das redes sociais no mundo moderno - e não só na política. Mas não se pode dizer que Bolsonaro venceu apenas com as redes sociais. Uma tragédia, que foi o atentado que sofrido em seis de setembro em Juiz de Fora, assegurou a Jair Bolsonaro espaço no noticiário regular, um “tempo de televisão” que nenhum outro candidato teve. A cobertura da imprensa nos dias que se seguiram ao atentado contribuíram para aumentar a empatia com o eleitor, sobretudo aquele que rejeitava o PT.

Portanto, é preciso que os jovens de maneira saudável interajam em busca de debates construtivos sobre assuntos de cunho social. É preciso levar essas pautas para um encontro físico, como palestras e conversas com profissionais de áreas relacionadas à política. O governo também pode criar lugares para tais encontros, incentivando o jovem e o inserir nas decisões do país.