Eleições 2018: o papel das redes sociais nas discussões políticas
Enviada em 27/04/2020
Hodiernamente, a humanidade vive um período histórico: a evolução contínua e desenfreada da tecnologia, além da difusão do uso da internet e de redes sociais por toda a população mundial. Tais fatores são dominantes para a evolução da sociedade, mas também podem acarretar em diversas questões não antes estabelecidas. Como por exemplo o uso recorrente de redes sociais nas eleições que ocorreram em 2018, gerando desta forma a divulgação de diversas ‘‘fake news’’ e desentendimentos que perduram até a atualidade.
Durante as eleições de 2018 foi possível ver com precisão que os candidatos à prefeitura e presidência que utilizaram as redes sociais ao seu favor nas campanhas obtiveram um maior sucesso. Um grande exemplo foi o do atual presidente do Brasil, Jair Messias Bolsonaro que baseou-se majoritariamente em sua campanha em redes sociais como ‘‘WhatsApp’’ e ‘‘Facebook’’, onde divulgava suas ideias e, principalmente, gerava conflitos com outros políticos formando uma discussão fomentada por aqueles que o apoiavam e também os que eram contra.
Além disso, pode se destacar o uso de fake news que rapidamente foram difundidas por aqueles que não possuem conhecimento prévio sobre como distinguir o que é verídico do que não é na internet ( em sua maioria adultos, público alvo de todos os políticos em suas campanhas eleitorais)
Com tudo isso, podemos concluir que as redes sociais tiveram um papel crucial no resultado das eleições de 2018, da mesma forma que também terão nas próximas, porém medidas devem ser tomadas para evitar o compartilhamento de notícias falsas. Assim sendo, cabe ao governo por meio de propagandas e movimentos conscientizar a população a como reagir perante a uma notícia suspeita, com intuito de reduzir a divulgação de ‘‘Fake news’’. Somente desta forma o Brasil terá eleições justas nos próximos anos.