Eleições 2018: o papel das redes sociais nas discussões políticas

Enviada em 15/07/2020

Apesar da divulgação da falsa informação não ter surgido com a internet, tem-se que a mesma tem catalisado brutalmente esta ação. É imprescindível citar a falta de veracidade que se encontra em textos na internet. Devido ao seu recente aparecimento ( desde 1965), pessoas, sobretudo políticos, vem ganhando terreno neste lugar onde a legislação atuante ainda é muito precária.

Não há como falar de campanhas políticas sem mencionar o papel fundamental da internet. A rapidez com que uma informação é disseminada é uma ferramente estratégica muito bem usada por políticos e seus concorrentes. Sob o mesmo ponto de vista, fica fácil observar essa influência nas Eleições de 2018, com Jair Bolsonaro sendo eleito.

Certamente, boa parte da população que possui acesso a um telefone celular,  recebeu vídeos com fontes totalmente duvidosas. Notícias falsas como a criação de um " Kit gay" para crianças pelo candidato a presidência ,Fernando Haddad, foram espalhadas de tal forma que influenciou diretamente o resultado final. Esta falácia abriu espaço para que os concorrentes pudessem usar isto como campanha e conseguirem mais eleitores.

Com a finalidade de combater as inverdades que afetam brutalmente a vida em sociedade, é preciso fortalecer a legislação digital. Não só isso, para que as leis sejam aplicada do modo correto, o poder legislativo em sim precisa passar por reformas. Não adianta existirem leis a serem seguidas, se o poder legislativo só exercesse sua função sobre os pobres , onde aqueles que tem mais poder saem sempre impunes. Ou seja, se os crimes cibernéticos fossem combatidos com a mesma brutalidade que é usado nas comunidades, os resultados teriam sido bem diferentes.