Eleições 2018: o papel das redes sociais nas discussões políticas

Enviada em 18/09/2020

As redes sociais são organizações que conectam as pessoas que possuem interesses em comum e, essas redes têm como objetivo persuadir o usuário, por meio de propagandas e publicações de empresas ou grupos que patrocinam essas mídias sociais. Essa persuasão impacta negativamente nas democracias, uma vez que, anúncios e propagandas influenciam o usuário a votar em um determinado candidato, além de contribuírem para a organização de manifestações cujos interesses são antidemocráticos.

Em primeira análise, as redes sociais são importantes meios de veiculação da informação, entretanto, estas são expostas de acordo com o interesse dos grupos que patrocinam aquelas, o que é preocupante. De acordo com o documentário “O Dilema das Redes Sociais”, a democracia está em perigo, pois, a internet tem o poder de convencer as pessoas a votarem em um candidato específico, com omissão de informações e notícias falsas, ou seja, a liberdade de voto dos indivíduos é prejudicada.

Além disso, nessas redes, como, por exemplo, Facebook e Whatsapp, há a organização de manifestações e campanhas cujos ideais vão contra a Constituição. Nessas manifestações, há alusão, como, por exemplo, à volta da Ditadura Militar, com o AI-5. Porém, este artigo impõe condições desumanas e agressivas às pessoas, ademais, limitam a liberdade de expressão, o que é algo antidemocrático e prejudicial à população.

Portanto, as redes sociais induzem o voto e são meios nos quais há a organização de eventos antidemocráticos. Sendo assim, a fim de assegurar os direitos constitucionais, o Governo deve exigir aos responsáveis de tais redes, por meio de denúncias e decretos, o cancelamento de eventos que vão contra as leis constitucionais. Assim, a democracia, junto aos direitos individuais, ficará cada vez mais segura.