Eleições 2018: o papel das redes sociais nas discussões políticas

Enviada em 14/10/2020

Mídia faz política

No ano de 1969 foi criada a “Aparnet”, que é uma rede de compartilhamento de dados, desenvolvida pelo governo americano para transferir informações entre suas bases militares. Portanto, esse foi o inicio da internet contemporânea, no qual permanece a função política, que hodiernamente permite cidadãos comuns de se interagir com fatos e opiniões, o que é benéfico para o país, pois, permite o melhor  conhecimento sobre os candidatos e a atuação deles no estado.

Em primeira instância destaca-se a exposição da histórico dos nomes cotados a representar sua região, mostra o que já fizeram e se tem ou não a “ficha limpa”, auxiliando a população decidir melhor qual o nome certo a se escolher. Contudo, as eleições de 2018 no Brasil foi um grande marco para essa revolução digital efetuada pelos eleitores, que realizaram movimentos a favor do presidente Bolsonaro, que venceu a disputa contra o PT(partido dos trabalhadores) devido inúmeras corrupções divulgadas.

No segundo plano nota-se a importância dos portais de transparência e da divulgação de informações, de como esta sendo utilizado o dinheiro público, isso tudo é realizado através de meios midiáticos. Desse modo, a sociedade pode buscar melhorias por meio das votações ou manifestações, assim cabe ao povo decidir como vão viver, pois, parafraseando o romancista Victor Hugo, um governo que faz o mal e tem o consenso social é extremamente vergonhoso.

Dado o exposto, as redes sociais em eleições abre a mente dos eleitores para fazer melhores escolhas de seus representantes.Consoante a essa ideia cabe ao ministério de desenvolvimento criar projetos como telão de led em praças públicas, disponibilizando informações sobre candidatos, para chegar até o público que não tem recursos tecnológicos para participar de redes de comunicação.