Eleições 2018: o papel das redes sociais nas discussões políticas
Enviada em 10/10/2020
A Contituição Federal Brasileira, promulgada em 1988, assegura a todos os cidadãos nativos e estrangeiros residentes no país os mesmos direitos, visto que são todos iguais perante a lei. Entretanto, fora dos papéis, isso não acontece na integra quando o assunto em pauta é o papel das redes sociais nas discussões políticas. Acerca disso, nota-se que o receio de denunciar práticas de manipulações políticas em conjunto ao acesso precoce do público infanto-juvenil contribuem para o agravamento desse cenário.
Em primeiro lugar, não se pronunciar quando há prática de qualquer opressão ou trapaça, contribuem para um cenário de injustiça. Desse modo, Desmunt Tutu diz que “se você permanece neutro em situações de injustiça, você escolheu o lado do opressor”. Nessa perspectiva, se manter imparcial sobre manipulações políticas e não denunciar, colabora para que as eleições sejam desonestas e corrompidas por pelos políticos.
Em seguida, na série de TV norte-americana “Pretty Little Liars”, a protagonista Aria Montgomery, de 15 anos, ganha seu primeiro celular e no mesmo dia, após criar sua conta no Facebook, foi enganada e induzida á votar no adversário de seu pai na eleição presidencial de seu colégio. Nesse sentido, o acesso precoce e ingenuo do público infanto-juvenil é tido como um grande alvo de políticos que querem se beneficiar deles para ganharem seus cargos.
Portanto, cabe ao Governo junto ao ECA (Estatuto da Criança e do Adolescente), criarem números de telefones curtos para denunciarem, de modo anônimo, manipulações políticas que a população sabe.Também, eles, criarem propagandas e anúncios nas redes sociais para alertarem à todos e, principalmente, o público infanto-juvenil, de modo que sane a problemática. Assim, a Constituição Federal Brasileira irá colocar na integra seu propósito.