Eleições 2018: o papel das redes sociais nas discussões políticas
Enviada em 04/10/2020
Atualmente, não raro, observa-se através das mídias televisivas ou sociais, que o Brasil vem enfrentando diversos problemas relacionados ao papel das redes sociais nas discursões politicas. Promulgada pela ONU em 1948, a DECLARAÇÃO UNIVERSAL DOS DIREITOS HUMANOS garantem direitos a democracia do voto. Verifica-se esse ideal na teoria, não desejavelmente na prática uma vez que candidatos se utilizam da disseminação de fake news e algoritmos para influenciar seus eleitores.
É indubitável que a questão constitucional e suas aplicações estejam entre as causas da problemática. De acordo com o filósofo Aristóteles, “O homem é um animal politico”. Analogamente, é notório a propagação de noticias falsas, com o intuito de denegrir a imagem dos concorrentes, essa técnica comumente utilizada por políticos concorrendo algum cargo administrativo. Logo, é necessário a criação de politicas públicas combatam tal desrespeito, promovendo uma sociedade mais justa e integrada.
Outro fato à salientar-se é a manipulação dos dados através da internet, que se da por meio de anúncios e propagandas nos aplicativos como you-tube e sportfy entre outros, utilizando indevidamente de dados pessoais e pesquisas recentes, através de algoritmos que manipulam os indivíduos. Dessa forma, faz-se necessário a criação de leis, órgãos capazes e competentes para acabar com os expostos acima citado.
Portanto, diante dos fatos supracitados, cabe ao Governo Federal criar leis e penas para quem se utiliza da internet alterando dados. Nesse sentido, colocando profissionais de informática fiscalizando e informando a população sobre os riscos de alienação, através de palestras, campanhas nos meios de comunicação hoje tão usados, assim abolindo com a disseminação de fake news e influências através dos algoritmos. Além dessas, outras medidas devem ser tomadas, segundo o escritor Oscar Wilde, “O primeiro passo é sempre o mais importante na evolução de um homem ou nação” .