Eleições 2018: o papel das redes sociais nas discussões políticas

Enviada em 02/10/2020

As estruturas das redes e seu relacionamento com a política.

Com a tecnologia inovando a cada ano é inevitável que a população acompanhe e aderi a esses avanços. Porém o crescimento sem medidas fiscalizatórias, resultam em propagação de desinformações, beneficiando a um determinado candidato ou grupo ideológico.

A história sinaliza que o progresso tecnológico é duradouro, ao se imaginar que o primeiro filme se passava em cor preto e branco, comparando com atualmente: formas 3D, nota a expansão e a modernidade dominando. Hoje, as redes sociais são grandes meios que a população utiliza para se comunicar, entreter, estudar e trabalhar, ou seja, se torna peça fundamental para “sobrevivência” em centros urbanos. Assim aumentam o numero de internautas nas redes, fazendo-os dependentes, consequentemente automatizando-o para curtir e compartilhar, indiretamente suprimir seu poder de critica.

Com as redes sendo um grande meio de interação para sociedade, torna-se viável para os partidos políticos usa-las no sentido de informar  sobre seus candidatos e planos nas eleições. O problema dessa estrutura é a forma com que se faz propagandas, já que se utiliza de noticias falsas e desinformações para manipular os internautas na formação de seu voto. A forma com que se manuseia as redes devem ser fiscalizadas, pois é nocivo para os usuários conviver em um “ranking político” contendo: ódio, violência e preconceito.

As redes tem um papel fundamental nas discussões políticas, portanto cabe as instituições das redes sociais combater as máfias da desinformação. Criando comitês que averiguem e punem possíveis delitos virtuais e elaborar: manuais e vídeos de instrução aos usuários, contendo neles informações de como reconhecer noticias falsa, não obstante instituir órgãos para os internautas ter meio de denunciar.