Eleições 2018: o papel das redes sociais nas discussões políticas
Enviada em 15/10/2020
A internet tem sido uma fonte aliada da sociedade, permitindo acesso à informações, interação e ampla comunicação. Neste contexto ela também é utilizada como principal ferramenta em eleições; garantindo que os indivíduos obtenham conhecimento, em relação a partidos, candidatos e proposta. Entretanto uso de dados aplicados por empresas maléficas auxiliam na escolha partidária- gerando “fakes news” e ideologia falaciosa.
De início, tem- se a noção que a sociedade e os fatos sociais possuem papéis essenciais na formação do pensamento dos indivíduos- afirmou sociólogo Émile Durkhein; Porém com os grandes meios de comunicação sofrendo deturpação em seus dados ocorrerá consumo de conteúdo erroneamente. A falta de atitude do governo em relação as fakes news, implica comportamento negativo no indivíduo perante a sociedade.
Em vista disso, cria-se uma ideologia, a qual é um conjunto de ideias falaciosas, difundidas pelos meios de comunicação, objetivo persuadir o indivíduo- tese do sociólogo Karl Marx; confirmada no século XXI, com as fakes news. Pesquisa realizada pelo (IBGE) Instituto Brasileiro Geografia Estatística, informou que 70% da população brasileira acessa as redes sociais diariamente e 85% desse percentual comenta sobre o assunto político. As redes sociais visará ser um meio de rápido acesso para confirmação das ideias, acabou por prejudicar a escolha pela falta de verdade, acarretando falta de posicionamento político.
Portanto, partindo do pressuposto que as fakes news deturpam as opiniões já formadas é necessário que medidas sejam implementadas. Sendo assim, o governo deve por meios de investigação acompanhar os sites, páginas e emissoras em suas notícias; possibilitando informações livre de qualquer influência; consolidando um vinculo verdadeiro entre notícias e internautas. Meios de fiscalização rigorosa dos principais portais de informação, envolvendo seus links (bibliografia). Somente assim, tornaremos as redes sociais transparente, democrática e participativa na tomada de escolha política.