Eleições 2018: o papel das redes sociais nas discussões políticas
Enviada em 13/10/2020
A Constituição Federal de 1988 garante a todos os cidadãos o direito á liberdade de expressão. No entanto, o uso das redes sociais está interferindo neste meio. Com isso, alguns meios de comunicação pela internet, obtiveram um papel tanto prejudicial nas eleições de 2018, com a divulgação de fontes falsas. Nesse sentido, convém analisarmos as causas e consequências e as possíveis soluções para este impasse.
Primordialmente, vale destacar a má fiscalização da Justiça Federal em relação a essas notícias mentirosas. Então reconhecendo isso como uma das principais causas da divulgação de (Fake News). Segundo o laboratório de cyber segurança do Psafe (empresa que desenvolve aplicativos), indicam que nas regiões Sudeste e Nordeste aumentaram, tais fatos, em 51,7% no segundo trimestre daquele ano.
Ademais, como consequência deste problema, as pessoas passaram a acreditar em mentiras. A frase escrita por Joseph Gobbels diz " uma mentira dita mil vezes torna-se uma verdade", isso se reflete em uma realidade atual, com a disseminação de inverdades pelas mídias sócias, consequentemente, a população vem acreditando nessas mentiras, crendo que estão compartilhando coisas reais.
Com base no argumento citado, cabe ao governo realizar tais medidas, como o aumento de fiscalização por meio de verbas públicas a fim de ajudar a diminuir essa propagação de notícias não comprovadas. Paralelo a isso, cabe ao órgão competente realizar a divulgação do que pode vir acontecer com o repasse desses fatos inexistentes. Aprimorando assim, a conscientização da população a não a divulgar tais coisas, antes de saberem se é realmente verdade, fazendo com que venha diminuir esses casos.