Eleições 2018: o papel das redes sociais nas discussões políticas

Enviada em 03/10/2020

Durante a Grécia Antiga, houve a criação de um sistema político no qual tinha ampla participação dos cidadãos, cujo nome é democracia. No entanto, com o advento das mídias sociais, a influência da própria em relação ao sistema democrático é bastante problemático, como foi no caso das eleições presidenciais brasileiras em 2018. Desse modo, as redes de comunicação da “internet” influenciam diretamente na opnião pública em processos eleitorais, tanto pela disseminação de notícias falsas quanto por discursos sensacionalistas.

Em primeiro plano, a propagação de “fake news” prejudica bastante as discussões políticas. Durante a Era Vargas, houve uma notícia do governo de um plano comunista para atacar o Brasil, chamado de Plano Cohen, sendo descoberto posteriormente como uma notícia falsa. Em analogia com a atualidade, existe muita disseminação de informações equivocadas, como no governo de Getúlio Vargas, que gera em uma desinformação por parte da população. Dessa forma, esse ato maldoso prejudica o processo eleitoral e os debates sobre política.

Além disso, outro problema que assola o cenário democrático brasileiro é o sensacionalismo. Segundo o filósofo Jean Jaques Rousseau, a democracia é o melhor sistema político para haver em uma sociedade. Desse modo, é necessário haver discussões saudáveis para que a idéia do pensador iluminista seja uma realidade. No entanto, observa-se uma grande quantidade de discursos sensacionalistas que, por meio das redes sociais, tem alta probabilidade de haver simpatização da população. Isso é um grande problema, já que esses pensamentos são, em maioria, equivocados e prejudica em demasia os debates.

Diante disso, medias são necessárias para resolver essa problemática. Portanto, o Ministério da Educação, pasta do Governo Federal, deve realizar campanhas para a população de como se informar sobre “fake news” e discursos sensacionalistas por meio de palestras de profissionais. Isso irá diminuir a desinformação nas discussões políticas. Dessa forma, a democracia, criada na Grécia Antiga, terá uma aplicação mais justa no cenário brasileiro.