Eleições 2018: o papel das redes sociais nas discussões políticas

Enviada em 04/10/2020

Em uma sociedade cercada da pós verdade o número de mentiras na tentativa de manipulação da massa através das redes sociais cresce cada vez mais, ao ponto em que esteja interferindo na decisão democrática de vários países como por exemplo as eleições à presidência brasileira em 2018.

De acordo com o professor Mario Sergio Cortella a pós-verdade é a aceitação de crenças sem a comprovação experimental cientifica e também há uma confusão entre este termo e a mentira que por sua vez é a distorção proposital da verdade.

Devido a isso o número de notícias mentirosas (fake news), vinculadas à massificação do uso das redes sociais e a rapidez de troca e veiculação de informações proporcionadas pelo advento da internet, aumenta gradativamente atingindo diversos nichos, porém dentre o mais preocupante está o político.

É notório que o uso das redes sociais como forma de divulgação de campanhas eleitorais e sua associação ao espalhamento de fake news é prejudicial ao processo democrático de um país e a falta de regimentos a cerca das campanhas no meio virtual e a falta de comprometimento das próprias redes com o uso que são feitas delas intensifica este processo. Assim diante do explanado é necessário que o TSE (Tribunal Superior Eletoral) regulamente melhor a leis eleitorais de campanhas afim de garantir a menor veiculação e impacto das fake news e promova através das próprias redes, além de outros meios midiáticos o incentivo da população de procurarem as fontes de informação e consumirem notícias de veículos com maior comprometimento com a informação.

Assim como difundir melhor os canais que esclarecem as notícias que são verdadeiras das que são fake news para uma maior fiscalização sem censura garantindo um processo eleitoral mais justo e transparente.