Eleições 2018: o papel das redes sociais nas discussões políticas

Enviada em 05/10/2020

O escritor inglês Thomas More retrata em sua obra “utopia” uma sociedade na qual o corpo social padroniza-se pela ausência de conflitos e problemas. No entanto, o que se observa na realidade brasileira é o oposto do que o autor prega, uma vez que é notório as trapaças utilizadas por políticos em tempos de eleição nas redes sociais. Com efeito, torna-se evidente como causas do problema a displicência estatal, bem como a deficiência na educação dos cidadãos.

Em primeiro lugar, é fulcral pontuar como causa do problema supracitado a negligencia governamental. Isso posto, segundo liberais como John Locke, o Estado baseado numa constituição deve garantir os direitos naturais do homem. Contudo, devido a baixa atuação das autoridades, esse direito vem entrando e detrimento, já que os candidatos aos cargos políticos no Brasil sentem-se mais seguros ao realizar interferências por meio de “Fake News” nas redes sociais, tirando o poder de decisão mais sensata dos eleitores. Desse modo, faz-se mister uma reformulação dessa engrenagem estatal de forma urgente.

Portanto, é necessário que o Ministério da Educação - MEC - desenvolva encontro semanais em escolas públicas e privadas, por meio de palestras informativas, aberta não somente aos alunos, mas a toda população das proximidades, com especialistas em relações humanas e politicas. É  importante que tais palestras sejam desenvolvidas em linguagem simplificada para melhor entendimento dos ouvintes. Tudo isso a fim de desenvolver melhor o senso crítico da coletividade e diminuir a chance de engana-los e de colocar um mau governante no poder. Assim, o Brasil verá a utopia de  More como uma realidade próxima.