Eleições 2018: o papel das redes sociais nas discussões políticas
Enviada em 07/10/2020
No documentário “Privacidade Hackeada” mostra a influência das redes sociais nas eleições americanas de 2016. No Brasil, as redes sociais, também aprecem com grande protagonismo nas eleições. Nesse sentido, é valido analisar: A manipulação de notícias falsas, bem como a criação de perfis falsos.
Inicialmente, é importante compreender que a manipulação de notícias falsas é uma realidade no cenário eleitoral brasileiro. As eleições presidenciais de 2018 foi a primeira que teve uma grande participação da internet nas campanhas dos candidatos. Dados divulgados pelo portal UOL em, 2018, apontam que houveram mais de 1,5 milhões de manipuladas e disseminadas nas redes sociais. Desse modo, o eleitor brasileiro desconfia da veracidade das notícias que percorrem as redes.
De outra parte, a criação de perfis falsos dificulta o trabalho das autoridades. Tal ação é utilizada para a promoção de políticos para o meio nacional. O código penal brasileiro, em seu artigo 307, tem como objetivo aplicar a pena para aqueles que cometem o crime. Com isso, a justiça para esses deve ser aplicadas.
Compreende-se, portanto, que a manipulação de notícias falsas é um problema que traz muitos desafios para as eleições brasileiras. Diante disso, o Tribunal Superior Eleitoral (TSE) juntamente com a Polícia Federal, deve por meio de operações, buscar partidos e pessoas que cometam tal ação e puni-las. O Poder Executivo e o Poder Legislativo devem unir forças para aprovar leis e projetos que aumentem as penas para as pessoas que fazem perfis falsos na internet.