Eleições 2018: o papel das redes sociais nas discussões políticas
Enviada em 07/10/2020
Alan Turing, considerado o pai da computação, acreditava que as máquinas poderiam alcançar o desempenho do cérebro humano, e nos dias atuais nota-se que o seu pensamento é pertinente, uma vez que, robôs cibernéticos são usados nas redes sociais nas discussões políticas. Nesse contexto, deve-se analisar como a internet tem papel crucial na política por meio das fake news e pela falta de pesquisa da população.
Primeiramente, é importante considerar como as fake news vem colaborar no meio político, isso porque, por meio do vazamento de notícias falsas nas redes sociais, podem melhorar ou denegrir a imagem de um candidato. E a exemplo se tem a investigação exposta no Jornal Nacional sobre a interferência russa na eleição dos EUA, com o objetivo de apoiar Donald Trump e denegrir a imagem de sua adversária Hillary.
Outrossim, a falta de pesquisa da população agrava ainda mais essa situação. Isso porque, quando uma pessoa abre uma notícia em sua mídia social e logo em seguida compartilha sem pesquisar se é verdade, ela pode acabar por espalhar uma informação incorreta que pode ser perigosa. Nas últimas semanas, está na TV uma propaganda sobre esse assunto, que alerta sobre o perigo e que se deve pesquisar se a informação é verdadeira.
Portanto, fica evidente que medidas devem ser tomadas com o intuito de reverter o papel negativo que a mídia social pode ter no meio político. Logo, as empresas de tecnologia devem desenvolver programas que saibam localizar padrões ofensivos em informes e que consigam tirar do ar automaticamente, com o intuito de diminuir a propagação de injurias. E os Governos Estaduais por meio da rede de telecomunicação deve aperfeiçoar ainda mais as campanhas que visem instruir a população sobre os malefícios de não pesquisar se algo é verdadeiro ou falso na internet.