Eleições 2018: o papel das redes sociais nas discussões políticas

Enviada em 08/10/2020

Com o fim da Guerra Fria e a disseminação da globalização, a internet com as redes sociais, passa a ampliar os meios de comunicação e a interação entre as pessoas. Ao trazer para o século XXI, o uso das redes sociais cresce cada vez mais no ramo da política e interfere nas eleições do Brasil contemporâneo. A partir disso, vale destacar a influência das redes sociais nesse espaço e, destacar as “fake news” como consequência.

É imprescindível, de início, associar o uso das redes sociais como um dos fatores da disseminação de ideias na política. Isso porque, num mundo cada vez mais envolvido na “Era digital”, as redes são utilizadas por muitas pessoas que divulgam suas ideias e opiniões a respeito de um candidato, o que acaba por se espalhar e alcançar qualquer usuário da comunidade digital. Nesse contexto, é evidente o número de indivíduos que utilizam as redes para buscar informação em épocas eleitorais e decidir o seu voto. De acordo com dados do DataSenado, as redes sociais influenciam a decisão de 45% da população na hora do voto. Diante disso, o uso das redes sociais por partidos políticos cresce cada vez mais a fim de conquistar novos eleitores.

Ademais, o surgimento das consideradas “fake news” em épocas de eleição é consequência do uso das redes sociais na propagação de ideias. Lamentavelmente, muitos eleitores e partidos, criam notícias falsas para compartilhar nas redes com o objetivo de prejudicar o candidato oposto ou, beneficiar a si próprio. No filme polonês “Rede de Ódio”, o protagonista trabalha com a criação e divulgação de notícias e campanhas falsas nas redes sociais para prejudicar os concorrentes, o que acaba por gerar discussões. Nesse sentido, as redes mudam a opinião de pessoas que acreditam nas notícias falsas e, prejudicam o candidato à eleição e um partido político com a difamação da imagem.

Portanto, para utilizar as redes sociais de forma consciente para fins eleitorais e