Eleições 2018: o papel das redes sociais nas discussões políticas
Enviada em 15/10/2020
Com o advento da internet, trouxe para a sociedade uma nova forma de se conectar ao mundo, e ao longo dos anos vieram as redes sociais, que deram a sociedade uma nova forma de se comunicar. Entretanto, sendo uma ferramenta relativamente nova, muitas pessoas mal intencionadas usam dessas redes para tirar proveito em diversos âmbitos, inclusive, na política. Esse fenômeno deve ser analisado tendo em vista o impacto que as redes sociais têm na vida das pessoas e como elas podem mudar todo um cenário eleitoral.
Em primeira analise, é importante destacar a forma em que os internautas lidam com as informações lidas na internet. Há uma frase popular que diz “Se está na internet, deve ser verdade”, mas a realidade não é essa, existem muitas pessoas que utilizam a ingenuidade dos usuários para conseguir ludibria-los e até mesmo para convence-los e conseguir votos. Uma vez que, boa parte da população brasileira tem acesso a internet, segundo uma pesquisa realizada pela Ipsos e Fecomércio-RJ (Federação do Comércio do Estado do Rio de Janeiro) em 2016 estimou que 70% dos brasileiros tinham acesso à internet, e atualmente esse número deve ter se tornado ainda maior.
Outrossim, é válido ressaltar que durante as eleições de 2018 houve diversas denuncias a respeito de candidatos e seus comitês estarem sendo responsáveis por envios de fake news em massa, como no Whatsapp e em outras redes. Além disso, essas mensagens e postagens eram repassados sem nenhum tipo de verificação dos usuários, impactando diretamente outras pessoas com desinformações.
Nesse sentido, é importante que o Governo Federal invista em propagandas socioeducativas que ajudem as pessoas a lidarem com as informações recebidas e repassadas, afim de que acabe com essas desinformações e ataques em massa. Desse modo, as futuras eleições não terão tanta interferência negativa das redes sociais.