Eleições 2018: o papel das redes sociais nas discussões políticas
Enviada em 08/10/2020
O processo de manifestação política na chamada Revolução Francesa ocorreu em reuniões de uma parte da população na Assembleia Constituinte, tal processo excluiu uma parcela significativa de cidadãos. Nesse sentido, hodiernamente, com o advento da tecnologia e o uso das redes sociais a política tornou-se mais democrática e a integração de pessoais permite o acesso a um leque de questões e opiniões sociais.
Em primeira análise, é incontestável que o mundo globalizado permitiu a participação de todas as classes sociais na política. Isso acontece porque apenas com o porte de um smartphone e internet você consegue ter acesso a vários sites informativos, além disso muitas redes sociais como Instragram e Facebook permitem a manifestação de perfis comprometidos com conteúdos gratuitos de uma reflexão política. Não é a toa então, que o então Presidente do Brasil foi eleito com 80% de influência das mídias sociais segundo site da Uol. Dessa maneira, cabe ao cidadão pesquisar e procurar conhecer cada candidato para que não possa ser manipulado.
Além disso, não se pode deixar de mencionar que a interação nas redes sociais é internacional. Isso decorre da existência de ferramentas de comentar, curtir e compartilhar que permitem que pessoais de ideias opostas conversem e debatam sobre sua manifestação política, um exemplo disso foi a questão do aborto que ficou nos trend do Twitter após a polêmica de estupro noticiado na TV aberta brasileira. Sendo assim, incorporar ideias e opiniões de maneira respeitosa é o caminho para uma política mais democrática.
Torna-se evidente, portanto, que as redes sociais tem um papel importante nas discussões políticas. Em razão disso, o Governo federal e o Ministério da Cidadania devem, a fim de que a sociedade torne-se inclinada ao conhecimento político, criar uma campanha publicitária chamada " Avalie, busque, desconfie" incentivando o cidadão a estudar e conhecer os candidatos por meio do uso da internet e das redes sociais. Somente assim, a política estará fora da manipulação midiática.