Eleições 2018: o papel das redes sociais nas discussões políticas

Enviada em 09/10/2020

Para um país democrático consolidar o progresso e a democracia, o Estado necessitará reduzir as grandes entropias sociais. Diante desse princípio constitucional parafraseado, nota-se a relação de cuidado com a qual o Brasil deverá gerenciar as suas desordens, entre elas a não valorização da importância das redes sociais nas discussões políticas. Problema no qual se observa uma negligência acentuada dos governantes na busca de caminhos para democratizá-las para melhorar a política eleitoral . Por conta disso, há um desequilíbrio na cidadania e uma ameaça aos direitos fundamentais.

Perante esse transtorno, há fatores literários os quais evidenciam a desatenção petrificada do Estado na democratização do papel das redes sociais nas discussões políticas. Esses fatores estão retratados na obra de George Orwell, “1984”, a qual descreve opressão estatal do controle e dominação das redes de comunicação para controlar e manipulas a população . E isso gera uma alienação e uma prevalência dos governos ditadores. De maneira análoga, infelizmente, o passado literário foi atualizado, pois o direito de análise, discussão e troca de ideias sociais legais nas redes então pressionadas pelo aumento de notícias mentirosas e opressão propagada por agentes do próprio governo. E isso provoca uma ameaça na cidadania e desvalorização na discussão política e nas eleições do país

Para além disso, é importante pontuar que durante o século XX, época contextualizada no livro de G. Orwell, o Brasil ainda não englobava ações para democratizar o fundamental papel da internet no campo político. No entanto, esses meios já fazem parte da Constituição Federal de 1988, a qual assegura a democratização e a valorização das redes sociais na busca de caminhos consolidados na política da nação. Porém, lamentavelmente, essas garantias não condizem com os 20% dos brasileiros que não têm acesso aos direitos de informações das redes sociais, dados do Portal G1. Ou seja, esse número deixa nítida a negligência contínua do poder público na luta contra a alienação social, e isso afeta diretamente a consolidação da democracia e dos direitos básicos do todos os cidadãos.

Portanto, para as redes sociais manterem os papeis favoráveis ao equilíbrio político na eleições atuais, o Estado deverá neutralizar a eufemização dos problemas expostos, isto é: o Ministério da Público e Tribunal Superior Eleitoral criarão um aplicativo para telefones móveis para o acesso de toda sociedade. Esse aplicativo terá o objetivo de discutir a política local e nacional por meio da administração desses dois órgãos. Além disso, esse aplicativo receberá denúncias contra gestores os quais usam as redes sociais para propagar a mentira e a opressão. Essa ação será aprovada por meio de um projeto de lei no Congresso Federal. Assim, sem dúvida, as eleições e toda a política nacional será melhorada e democratizada na redes, e o Brasil consolidará o seu progresso e a sua cidadania.