Eleições 2018: o papel das redes sociais nas discussões políticas

Enviada em 12/10/2020

Na Grécia Antiga, os atenienses, de forma democrata, tinham direito de exercer sua opinião sobre determinado candidato em praça pública. Analogamente, com as Revoluções Industriais, houve evolução na tecnologia, à vista disso, os candidatos debatiam entre si por meio da televisão. Em 1969, com a criação da internet, o espaço de fala continuou a se expandir, e se deu a participação da massa em debates. Por consequência, surgiram as “Fake News” e o “Cyberbullying”.

Primordialmente, as eleições de 2018 foi palco de “Fake News” nas redes sociais. Ademais, candidatos ao sufrágio foram vítimas de disseminação de notícias não verídicas, um exemplo claro foi a montagem de uma foto da candidata Manuela D’Ávila a qual tinha escrito: ”Jesus é travesti”. Por conseguinte, estes, de certa forma, foram afetados diretamente nas urnas.

Analogamente, as redes sociais é um espaço livre e sem censura para debates improdutivos de pessoas que defendem determinado partido. Outrossim, ao invés de haver discussões saudáveis em comentários de postagens, os indivíduos usam discurso de ódio e ofendem uns aos outros. No entanto, o “Cyberbullying” é presente nesses debates, o que é prejudicial à saúde mental de qualquer cidadão.

Em vista do exposto, é imprescindível a tomada de medidas para o entrave mencionado. Por isso, concerne ao Estado, mediante à ABIN criar algoritmos que delete qualquer tipo de comentários com “Fake News” e “Cyberbullyings”. Por fim, os candidatos não serão vítimas de notícias falsas, e a saúde mental dos eleitores será preservada. Logo, os debates serão democráticos e saudáveis, assim como eram na Grécia Antiga.