Eleições 2018: o papel das redes sociais nas discussões políticas

Enviada em 13/10/2020

Eleições 2018, Brasil. Ano que ficou marcado, devido ao acesso em massa de informações eleitorais pela internet. Neste mesmo ano surgiu um termo que ficaria muito conhecido como as ‘‘fake news’’. Noticias deturpadas, falta de informação verdadeira ate mesmo excesso das mesmas podem ter influenciado os resultados.

Atualmente, os veículos de informações vem  sendo utilizados com uma frequência maior através da  internet.  Grandes jornais e  revistas como por exemplo (Folha de São Paulo, o Globo e Exame) vem se adaptando para um publico que utiliza por meio de redes sociais para ficarem atualizados. Porém uma vez que, este meio não utilizado corretamente pode influenciar a vida das pessoas seja para o bem ou mal. Um exemplo bem recente foram as eleições 2018.

A polarização da politica brasileira, foi benéfica para usuários mal intencionados. Aplicativos como WhatsApp, Facebook foram usados excessivamente para obter informais sobre candidatos. Ate aquele momento então não sabíamos muito sobre o termo Fake news (Noticias falsas em português). Depois de quase 2 anos foi constatado uma rede que  ajudou o atual presidente do Brasil a se eleger, graças as suas redes que usavam em massa informações falsas. A Netflix recentemente lançou um documentário chamado ‘‘Privacidade Hackeada’’ , onde a mesma expõe uma empresa chamada Cambridge Analítica instalada  na Inglaterra, seu objetivo é usar dados de eleitores indecisos para montar uma cadeia de informações para determinado candidato. O dono das redes Facebook, WhatsApp e Instagram fora chamado para depor, onde o mesmo afirma que não sabia, no Brasil, abriram um inquérito contra as fake news. Onde foi constatado grupos que disparavam mensagens falsas para ajudar determinados candidatos.

Dado ao exposto o STJ, juntamente com essas redes precisam criar um filtro de informações verdadeiras. Cabe tambem a cada eleitor fazer a sua parte colaborando por uma eleicao justa e sem fraudes.