Eleições 2018: o papel das redes sociais nas discussões políticas

Enviada em 14/10/2020

A Constituição Federal de 1988, norma de maior hierarquia do sistema jurídico brasileiro, garante a todo corpo social a segurança eficaz. No entanto, a população se mostra distante da realidade prometida pela norma constitucional, haja vista que, no Brasil hodierno, os desafios das redes sociais nas discussões em políticas é um entrave para tal. Nessa perspectiva, tona-se fundamental a resolução desse entrave, no que se refere às falsas notícias nas redes sociais, bem como à negligência governamental.        Deve-se pontuar, a princípio, que as notícias falsas encontra-se na pauta em evidência. Acerca dessa lógica, segundo o Jornal G1, no ano de 2018, conferiu mais de 170 boatos no Tribunal Superior Eleitoral (TSE). Sob tal ótica, nota-se que a sociedade brasileira tem ido ao encontro do pressuposto da notícia, uma vez que há certa individualidade em não saber se comporta nas redes sociais em relação à política. Logo, percebe-se que o corpo social não está capacitado mentalmente para uma eleição, na qual as pessoas ficam divulgando notícias falsas na mídia e falando algo que não é verdadeiro. Por essa razão, fica clara a necessidade de alteração desse quadro adverso que afeta o bem-estar social.           Outrossim, é pertinente pontuar o descaso governamental como um fator evidente. Isso posto, ao filósofo inglês, Thomas Hobbes, o Estado é responsável por garantir o bem-estar da população, contudo, isso não ocorre no Brasil. Em face disso, devido à falta de atuação das autoridades evidencia-se o aumento de furtos nas eleições, na qual muitas das vezes os candidatos compram votos da sociedade, por intermédio de verbas pessoais, principalmente no que tange à segurança da coletividade em não colocar um indivíduo que não foi eleito pelas pessoas. Portanto, é preciso elaborar alterações para esse cenário pungente.

Destarte, urge minimizar esse panorama negativo visualizado no país. Nesse âmbito, cabe ao Governo Federal, como instância máxima da administração executiva, fazer fiscalização nas ruas e punir as pessoas que divulgam notícias falsas, com intuito de que a coletividade possa estar segura de “fake News” para não repassa essas notícias, por meio de investimentos financeiros e, além disso, é necessário também profissionais para realizarem as fiscalizações. Sendo assim, com o propósito de que tais medidas governamentais possam resolver o infortúnio presente na sociedade contemporânea para que, assim, a população possa estar habilitada a lidar com políticas e segura. Dessa maneira, é insigne que essa problemática seja cada vez menos recorrente no Brasil e a população possa ter seus direitos garantidos constitucionalmente.