Eleições 2018: o papel das redes sociais nas discussões políticas

Enviada em 16/10/2020

Eleições 2018: o papel das redes sociais nas discussões políticas

Em decorrência da Revolução industrial, ocorreu um grande desenvolvimento da tecnologia e com isso, os meios de comunicação se tornaram mais presentes na vida da população. Hoje, com o aparecimento das redes sociais, as campanhas políticas têm dominado esse espaço tecnológico. De certa forma, as discussões sobre as eleições de 2018 nas redes estimularam as pessoas a procurarem a saber mais sobre política, contudo a discriminação contra o pensamento oposto e a disseminação de Fake News foram grandes problemas nas eleições de 2018.

As discussões nas redes sociais sobre os candidatos foram um marco nas eleições de 2018. Várias pessoas, inclusive os jovens, participaram de debates políticos nas redes, porém isso levou a uma grande divisão da população Brasileira. A intolerância e o desrespeito contra o pensamento oposto se destacou e resultou em uma tensão entre os eleitores o que gerou agressões principalmente no ambiente tecnológico.

Outro problema das eleições foram as Fakes News, informações falsas que se espalharam nas redes sociais e que infelizmente atingiu a maioria da população. Segundo uma pesquisa da Kaspersky, em parceria com a empresa de pesquisa CORPA, 62% dos brasileiros não sabem reconhecer as notícias falsas, ou seja, a falta de informação por parte das pessoas ajudou na disseminação dessas notícias. Assim, ocorreu a dificuldade de discernimento sobre fotos e vídeos manipulados e a leitura somente de títulos e não do conteúdo inteiro.

Desse modo, é nítido que as redes sociais são veículos importantes utilizados pelos candidatos para a manifestação de suas propostas políticas, contudo essas campanhas e as discussões políticas nas redes trouxeram adversidades nas eleições de 2018 tais como a intolerância e as Fake News. É indispensável que as empresas das redes sociais junto à polícia civil ou federal minimizem as notícias falsas através de investigações de notícias suspeitas e as identifiquem a fim de impedir o compartilhamento e mais vítimas. Além disso, o governo pode colocar em prática políticas educativas para conscientizar as pessoas a agir de forma solidária e respeitar a opinião do próximo.