Eleições 2018: o papel das redes sociais nas discussões políticas

Enviada em 16/10/2020

Após Segunda Guerra Mundial, o aprimoramento e os novos avanços no campo tecnológico possibilitou a expansão dos meios informativos. Diante disso, as redes sociais é um dos transportes informacionais presente na sociedade na qual é utilizado como um instrumento que induz o público alvo a temas políticos. Nesse contexto, percebe-se a configuração de um grave problema de contornos específicos, que emerge devido á má influência midiática e a insuficiência governamental, que não garantes tais direitos.

Primeiramente, o silenciamento da mídia caracteriza-se como um complexo dificultador para o pensamento crítico do futuro eleitor.  Sob essa ótica, conforme Pierre Bourdieu, o que foi criado para ser instrumento de democracia não pode ser convertido em mecanismo de opressão. Imerso nessa logística, pode-se observar que os grandes veículos de informações não trazem á pauta sobre a deslealdade entre o candidato e o votante na argumentação política.

De acordo com o artigo 5 da Constituição Federal de 1988, é inviolável o direito á liberdade e á segurança. Sob esse viés, tais direitos não são garantidos na prática, uma vez que diversos programas políticos são autoridades nas telas comunicativas. Dessa forma, percebe-se uma irresponsabilidade governamental pelo fato desses benefícios não serem mantidos, porém garantias devem ser cuidadas em prol da valorização dos direitos sociais.

Portanto, cabe ao Ministério da Cidadania, em parceria com o MEC(ministério da educação), nas instituições públicas e privadas, promover, por meio de campanhas de conscientização para pais e alunos, debates engajadores sobre a importância de um pensamento crítico nas discussões políticas, bem como campanhas nas redes sociais sobre o tema. Nesse sentido, o fito de tal ação é promover eleitores democráticos e participativos nas decisões políticas.