Eleições 2018: o papel das redes sociais nas discussões políticas
Enviada em 16/10/2020
Gradativamente, a internet tem ganhado cada vez mais público e está se tornando um direito fundamental. Hodiernamente, em estudo desenvolvido pela ONU é apontado que 4,1 bilhões de pessoas acessam a rede mundial. Já no território brasileiro, aproximadamente 127 milhões de habitantes fizeram o uso da internet de modo regular no ano de 2018, revela pesquisa TIC Domícilios. Dessarte, consigo também cresce o aumento das “fake news” e manipulação dos dados por meio de algoritmos, no intuito de prejudicar candidatos rivais.
Em primeira instância, cabe ressaltar que as “fake news” são criadas de maneira intencional e propagadas na internet, com o principal objetivo de causar danos a vítima. Nesse contexto, o ano de 2018 foi palco para uma guerrilha de notícias falsas no período eleitoral. Consequências de uma incansável vontade de ambas as em manter-se no comando do governo a todo custo. Tal fator, afeta negativamente os eleitores.
Em segundo lugar, vale realçar que após as “fake news” serem produzidas, elas são propagadas de maneira massiva por meio de falhas nos algoritmos de redes sociais como: What’s App, Facebook, entre outras. Em vista disso, ela está diretamente associado com o controle do comportamento do usuário na internet, uma vez que bombardeado de informações falsas, corrobora para a disseminação de campanhas políticas de modo ilícito. É relevante evidenciar que há casos em que sujeitos leem apenas as manchetes e compartilham o conteúdo sem ter o real conhecimento do assunto.
Portanto, é mister que o poder judiciário- no qual possui a principal função em defender os direitos de cada cidadão, promova a justiça contra as notícias falsas, elaborando operações para a busca de notícias maliciosas e efetuando a devida punição. Ademais, é necessário que as principais plataformas de redes sociais implementem procedimentos para dificultar a propagação das “fake news”, bem como conscientizar os seus usuários a buscarem informações em websites mais transparentes.