Eleições 2018: o papel das redes sociais nas discussões políticas

Enviada em 22/01/2021

No passado, o acesso a internet era muito difícil, porém com o avanço tecnológico, mais pessoas podem aproveitar serviços como as redes sociais, o que é algo muito bom, contudo, com o maior acesso da população a redes sociais, maiores são as chances de notícias falsas, as famosas “fake news”, se espalharem. Essas notícias falsas são altamente nocivas para a população, já que podem influenciar o pensamento de pessoas, além de poder acabar com a processos judiciais aos que compartilharam.

Primeiramente, de acordo com uma pesquisa da Ipsos e Fecomércio-RJ em 2016, cerca de 70% da população Brasileira possui acesso à internet, e 90% dos entrevistados declararam que o acesso a redes sociais era seu principal intuito ao acessar a internet. Esse acesso pode ser muito benéfico, permitindo o acesso a mais informações, o que gera indivíduos mais bem informados. Porém, esse maior acesso a informações também permite que mais pessoas sejam vítimas de notícias falsas.

Outrossim, essas notícias falsas são muito perigosas, já que estão muito presentes na internet, e muitos usuários não pesquisam sobre a veracidade dessas matérias. Um evento que teve muita influência das “fake news” foi a eleição presidencial de 2018, em que tanto os apoiadores do Bolsonaro, quanto os do Haddad, passaram a criar e compartilhar desinformação para outras pessoas, para atrair votos para seu candidato.       Conclui-se, então, que para poder acabar com a desinformação nas redes sociais é necessário que o governo invista na conscientização da população sobre essas notícias falsas, além de incentivar a procura pela informação correta. Outra forma de combater as “fake news” é por meio da moderação das mensagens nas redes sociais, em que as mensagens altamente compartilhadas são avaliadas, e caso contenham informações falsas, o usuário pode ter sua conta suspensa e até mesmo banida.