Eleições 2018: o papel das redes sociais nas discussões políticas
Enviada em 22/02/2021
É fato, que o Brasil sofre constantemente com escândalos e corrupções, por parte dos governantes, que afeta diretamente no desenvolvimento e na qualidade de vida do país. Nesse sentido, a democracia é o modelo político instaurado na política, dessa forma, a maioria dos cidadãos tem o dever de votar, com objetivo de eleger políticos. Entretanto, as eleições, com o forte avanço da internet e da mídia, podem ser manipuladas com a disseminação de fake news. É importante ressaltar que, em primeiro plano, a forte influência da mídia na transmissão de campanhas eleitorais, utilizando-se de estratégias de marketing, o eleitor é atraído por uma propaganda em uma realidade que pode não ser um fato. Dessa forma, eleitores são escolhidos sem pesquisa ou embasamento, apenas propaganda. Além disso, as fake news, em segundo plano, dissipam-se rapidamente através de redes sociais, como também, são mais convincentes, por meio da facilidade de comunicação. Segundo uma pesquisa realizada pela Ipsos e Fecomércio-RJ, estimou que 70% dos brasileiros têm acesso à internet, 69% afirmou que usa o celular como principal forma de navegar. A propagação dessas notícias pode tanto prejudicar quanto beneficiar a campanha de um eleitor. Logo, infere-se que as redes sociais e mídia afetam diretamente as eleições, desse modo, é imperiosa a atuação do Ministério público, que deve fiscalizar as propagandas eleitorais, bem como a propagação de fake news em redes sociais, com o intuito do político ser escolhido por suas promessas e não por propagandas de fonte duvidosa. Visando o mesmo objetivo, a população deve evitar compartilhar notícias sem conferir as fontes, com o intuito de visar por uma eleição mais justa e honesta, a fim de melhorar a qualidade social do país.