Eleições 2018: o papel das redes sociais nas discussões políticas

Enviada em 23/02/2021

Perigos da influência da internet nas eleições

Na Revolução Tecnológica, também conhecida como Terceira Revolução Industrial, iniciada em 1950, houve a transição do uso da tecnologia mecânica para a digital. Que intensificou o processo de globalização, a qual beneficia a interação entre os países, devido ao avanço dos meios de comunicação, como as redes sociais. Entretanto com essa ampliação se torna propicio o descontrole de tudo o que é compartilhado. Resultando na divulgação de calunias, muitas vezes relacionadas com política.

Essa disseminação de informações nas redes sociais em um período eleitoral, pode influenciar os votos. Contudo pode haver inclusive uma intervenção negativa, porque os eleitores ao não buscarem a veracidade da informação, favorecem um candidato por propostas governamentais mentirosas ou desfavorecem outro desconstruindo sua imagem.

Se tornando algo muito perigoso, já que os votos elegem pessoas que se tornaram responsáveis pelo comando de alguma área política essencial para a construção do país. Sendo também importante relatar a manipulação do próprio governo por meio da criação de notícias a seu favor. Como é mostrado na pesquisa feita pela Universidade de Oxford, do Reino Unido onde é dito que “grupos organizados por atores políticos atuam disseminando fake news (notícias mentirosas), criando perfis falsos para aumentar artificialmente a importância de determinados assuntos e candidatos e usando análise de dados para fazer propaganda a públicos específicos”. O que comprova a carência de controle do que se é posto na internet.

Portanto se faz necessário que medidas sejam tomadas, contando com a desconfiança dos leitores levando a procura pela comprovação do fato. Ligado a isso, o Ministério da Educação deve incluir aulas de filosofia política incentivando o questionamento para se tomar decisões mais precisas. Além disso o Ministério de Ciência e Tecnologia junto ao da Justiça Eleitoral deve fiscalizar os dados publicados sobre os candidatos e desmenti-los em caso de enganações, assegurando quem realmente as pessoas estão elegendo aos cargos.