Eleições 2018: o papel das redes sociais nas discussões políticas
Enviada em 14/03/2021
O filósofo italiano Tommaso Campanella, em sua obra Cidade do Sol, idealiza uma cidade metodicamente ordeira e feliz, na qual o corpo social padroniza-se pela ausência de conflitos e problemas. No entanto, o que se observa na atualidade é o oposto do que o autor prega, uma vez que o papel das redes sociais nas discussões políticas, em 2018 apresenta barreiras, as quais dificultam a concretização dos seus planos. Logo, esse cenário antagônico é fruto tanto da alienação quanto da manipulação através das redes sociais. Diante disso, é de fundamental importância a discussão sobre essas questões, de modo a ter uma sociedade melhor.
Em primeiro plano, é fato que a ausência de acompanhamento do estado nas más intenções das redes sociais leva ao aumento considerado de submissão de uma parcela da população, em que se observa um grande interesse político por trás das manobras direcionadas aos usuários da internete, que claramente tem como objetivo alienar uma parte dos internautas com as famosas fakes news “Notícias mentirosas” o que se configura como uma grande injustiça para com o povo, confirmando a máxima do Montesquieu: “A injustiça que se faz a uma é uma ameaça que se faz a todos”. Desse modo, tem-se como consequência a generalização do problema e a proliferação do sentimento de abandono e exclusão.
Além disso, é perceptível que o poder público falha ao cumprir o seu papel enquanto garantidor de direitos, o que favorece para as manipulações das redes sociais. Embora, segundo a Constituição, em seu artigo 5º, traz o direito à segurança, o que gera uma grande incoerência com a realidade, pois os cidadãos deveriam por lei está protegidos contra esses tipos de manobras apelativas. Deste jeito, é preciso uma intervenção para que haja um alcance dentro da internete sobre as discussões políticas.
Portanto, medidas praticáveis são necessárias para conter o avanço das problemática nas sociedades. Dessa maneira, com intuito de mitigar o problema, o Tribunal de Contas da União direcione capital que, por intermédio da secretaria de comunicação social, será revertido em fiscalizações para com as redes sociais, por meio de leis mais rígidas e campanhas no meio midiático com intuito de fornecer uma maior transparência durante as eleições, que desempenharão papeis de barreiras, as quais protegerão a cidadania e a integridade da nação. Como resultado, diminuirá, em médio e longo prazo, o impacto nocivo das manipulações midiáticas, e a coletividade chegará mais próximo dos planos de Campanella.