Eleições 2018: o papel das redes sociais nas discussões políticas

Enviada em 11/09/2021

Falta de educação causa desinformação política e social

Meios de comunicação sempre expressarão opniões políticas, porém, com o avanço tecnológico no Brasil, a internet deu a oportunidade dessas opniões não serem baseadas em fatos, pesquisas e fontes. Assim,  grande parte de divergências no campo político nas eleições de 2018 foram exibidas nas chamadas “Fake News”, que são falsas e massivas afirmações, notícias e matérias que se sobrepõem sobre algum adversário político.

Primeiramente, devemos ter consciência que a maior parte da população brasileira sofre de desinformação relacionada à educação e tecnologia, mantendo opniões que muitas vezes são rasas e precipitadas. Essas noções políticas geralmente não são adquiridas por referências, mas por polêmicas e sensos comuns que são compartilhadas por usuários de redes sociais, trazendo uma grande importância para canais do Youtube como “Chavoso da USP”, que transmite ideias e informaçõs políticas e sociais através de dados.

Além disso, não há dificuldades e barragens em relação à distribuição de Fake News, garantindo uma facilidade de criação de mentiras políticas e socias. A maior parte de redes sociais não possuem uma forte barreira de censura e spams, formando um falso direito para mentira.

Por conclusão, para uma maior distribuição educacional, professores e instrutores adequados devem agir de maneira educativa em todas as escolas brasileiras, criando projetos familiares e comunitários para alcançar diversos públicos que acessam diariamente a internet, criando noções para distinguir informações seguras e duvidosas. Além do mais, empresas que possuem tais meios de comunicação e redes socias devem tratar radicalmente e constantemente ideias transmitidas no geral, garantindo informações seguras para os interautas.