Eleições 2018: o papel das redes sociais nas discussões políticas
Enviada em 21/09/2021
Atualmente, quase a sociedade como um todo possui acesso e depende da internet no dia a dia. A ferramentas tem inúmeros benefícios, como facilitar a comunicação entre pessoas, divulgar eventos e propagar conhecimento. No entanto, a internet também pode ser um meio perigoso, utilizada para manipulação de massas, disseminação de ódio e compartilhamento de conteúdos enganosos, os quais marcaram forte presença nas eleições de 2018.
A internet foi muito utilizada para construção irreal da imagem de alguns candidatos, nas eleições de 2018, entre eles Jair Bolsonaro. O candidato a presidente foi considerado por muitos como o “mito”, por falar o que pensava, sem nenhum filtro, no entanto, como os seus comentários eram sempre feitos como piada, por mais que as falas fossem ofensivas, não eram levadas a sério, falas as quais eram machistas, racistas, homofóbicas e antidemocráticas. Então, os eleitores por considerarem seu comportamento engraçado e/ou admirável e serem fortemente contra o partido no poder, adotaram ele como seu candidato. Sendo assim, houve uma manipulação de massa.
Outro ponto preocupante envolvendo redes sociais e discussão política, é a divulgação das fake news por partidos e governadores. O governo de Jair Bolsonaro também é um exemplo desse tópico, o presidente inclusive foi impedido de fazer publicações em algumas redes sociais por um período de tempo, devido a disseminação de notícias falsas. Essa disseminação de conteúdo falso, se dá para promover o caos, melhorar a imagem de certo partido e/ ou político.
Tendo em vista o mencionado, fica evidente a necessidade de medidas de controle de conteúdo nas redes sociais. Sendo assim, cabe aos donos das plataformas como facebook, twitter, instagram, etc, adotarem métodos de fiscalização do que está sendo publicado, identificando contas que postam fake news e/ou comentários ofensivos, bloqueando-as. Fazendo com que a internet seja mais segura.