Eleições 2018: o papel das redes sociais nas discussões políticas
Enviada em 29/10/2021
O sufrágio universal é a extensão plena dos direitos políticos a todos os cidadãos adultos e com o implemento da globalização, o alcance político veio a crescer. Ademais, o advento das mídias sociais nas discussões políticas também veio a complementar, de forma nociva, através da manipulação em massa no meio virtual. Em primeiro plano, uma pesquisa realizada pela IPSOS e Fecomércio - RJ ( federação do comércio do Estado do Rio de Janeiro ) estimou em 2016 que 70% dos brasileiros tinham acesso a internet. De acordo com essa afirmação, é visível a utilização dos meios digitais para disseminar campanhas e debates políticos. Outrossim, vale ressaltar que páginas como " Politize " e " Quebrando o Tabu" no Instagram, incentivam positivamente a importância da educação política, além de votar consciente.
Entretanto, apesar da contribuição positiva das redes sociais nas discussões políticas é lícito postular o lado negativo. Nesse sentido, a mídia pode manipular o voto, assim como as opiniões políticas dos cidadãos. O documentário produzido pela netflix " Privacidade Hackeada " explícita os aspectos da manipulação de dados, sendo assim, demonstra como as redes sociais se tornaram ameaçadoras para à democracia.
Dessarte, vale lembrar da frase de Jorge Owell em 1984 " a massa mantém a marca, a massa mantém a mídia e a mídia controla a massa" equipara-se assim ao contexto citado. Portanto, as eleições no ano de 2018 contribuíram para ensinar a importância de separar debates políticos de Fake News. Destarte, propagar valor a educação digital, além de reforçar o voto consciente são medidas complementares para melhorar a política consciente. Assim ainda, o Ministério da Educação em parceria com educadores devem agregar a grade curricular o estudo político, para que futuramente o sufrágio universal cumpra sua função no papel da cidadania.