Eleições 2018: o papel das redes sociais nas discussões políticas

Enviada em 09/08/2022

O quadro expressionista “O grito”, do pintor norueguês Edvard Munch, retrata a inquietude, o medo e a desesperança, refletidos no semblante de um personagem envolto por atmosfera de profunda desolação. Para além da obra, observa- se que, na conjuntura brasileira contemporânea, o sentimento de milhares de indivíduos assolados pelo papel das redes sociais que é um meio de compartilhamento rápido, nem muitas das vezes acabar sendo seguro e, amiudadamente, semelhante ao ilustrado pelo artista. Nesse viés, torna- se crucial analisar as causas desse réves, dentro as quais se destacam a negligência governamental e falta de informação.

Partindo desse ponto de vista, é imperioso notar que a indeligência do Estado potencialize o papel das redes sociais nas discussões políticas. Esse contexto de inoperância das esferas de poder exemplifica a teoria das Instituições Zumbis, do sociólogo Zygmunt Bauman, que as descreve como presente na sociedade, todavia, sem cumprirem sua função social com eficácia. Sob essa ótica, nem todos tem acesso as informações, por não tem acesso a internet, por conta das condições financeiras e local onde vive. Nessa perspectiva, para completa a refutação da teoria do estudioso polônes e mudança dessa realidade, faz- se imprescindível uma intervenção estatal.

Ademais, é igualmente preciso apontar a falta de informação como outro fator que contribui para o papel das redes sociais nas discussões políticas. Posto isso, de acordo com, Aristóteles, um filósofo grego, “a política tem como função preserva a integração entre os indivíduos da sociedade”. Diante de tal exposto, nem sempre os acessos as informações são intidamente verdadeiras. Logo, é inadmissível que esse cenário continue a perdurar.

Diante disso, portanto, são necessárias as medidas capazes de mitigar o papel das redes sociais nas discussões políticas. Dessarte, a fim de romper com a visão aristotélica e garantir uma discussão política verdadeira e de fácil acesso, é preciso que o Governo, reveja as maneiras como estão sendo tratadas, com uma grande indiferenças, através de cursos e eventos presenciais, onde todos devem ser informados, a mídia, a exemplo de televisão, rádio e redes socias.