Eleições 2018: o papel das redes sociais nas discussões políticas

Enviada em 10/11/2022

Nas eleições de 2018, tornou-se popular o termo “Fake News”, palavra no idioma inglês que em sua tradução ao português significa Falsas Notícias. Diante disso, em tal momento foi presenciado no campo midíatico a proliferação dessas falsas informações. Nesse âmbito, pode-se dizer que a ausência do Governo Federal na regulamentação dos conteúdos permitidos nas redes sociais e a má conscientização populacional com base nos materiais digitais recebidos, impactam diretamente nesse período eleitoral.

Primordialmente, é fato que desde o começo da utilização das redes sociais como ferramenta política, a disseminação de notícias falsas com a finalidade de prejudicar um partido rival aumentou. Entretanto, isso se dá devido a falta de fiscalização governamental nos conteúdos postados, que por muita das vezes fere até mesmo a Constituição Federal de 1988. Por analogia, tem-se a influenciadora política Renata D’aguiar, cuja afirma que nos dias atuais a internet é uma terra sem lei, visto que ainda há uma negligência governamental na problemática. Logo, é nítido que se não houver uma interrupção dessa prática, a desinformação acompanhará os brasileiros.

Ademais, é muito comum que durante o período eleitoral a população receba materiais de divulgação partidária. No entanto, em 2018 pôde ser presenciado diversos tipos de informações falsas que eram repassadas pelos próprios brasileiros. Exemplo disso, tem-se a série “Elite” que mostra o drama enfrentado pela personagem Nádia após ser vítima de um falso rumor compartilhado entre seus colegas de classe. Diante disso, se as pessoas compartilharem tudo que é enviado à elas, mais notícias falsas serão disseminadas na sociedade.

Portanto, urge que o Governo Federal em parceria com o ministério da comunicação puna os responsáveis por disseminar as falsas notícias na sociedade, além de conscientizar a população por meio de propagandas, os maléficios provindos das falsas informações e o seu impacto na vida dos brasileiros, a fim de interromper essa prática no Brasil contemporâneo. Desse modo, será possível viver em um cenário digital limpo, fugindo da realidade das eleições de 2018.