Eleições 2018: o papel das redes sociais nas discussões políticas

Enviada em 15/09/2022

Atualmente, as redes sociais atingem cada vez mais as pessoas, com postagens e notícias. De fato, esses meios de comunicação são cada vez mais presentes na vida cotidiana, um exemplo recorrente é o uso dos algoritmos o qual filtra aquilo cujo usuário pesquisa. Por conseguinte, distingue-se dois lados de um mesmo fator, sendo eles: o uso consciente às causas hodiernas e as ditas notícias falsas. Em suma, os conteúdos propostos são opostos entre si, visto que, ora pode ser bem utilizado, ora pode ser destrutivo.

A princípio, é válido ressaltar que o regime democrático significa que o poder emana do povo. Nesse sentido, uma população pode ou não exercer uma opinião acerca de atitudes da própria sociedade, fora do aspecto da tripartite de poderes. Exemplificando, um homem no qual fazia doações de alimentos, recusou-se a doar comida para uma senhora por conta de seu aspecto político, segundo o jornal “Estadão”. Em seguida, as redes reuniram-se junto às mídias para protestar contra essa de atitude. Assim, a união da população exerceu uma pressão, que vieram em virtude das comunicações virtuais.

Por outro lado, os sistemas de algoritmos que filtram o que determinado usuário pesquisa, reforça um lado antagônico das redes. Na atualidade, as polarizações políticas têm aumentado, uma vez que as eleições se aproximam. Por consequência, as ditas “fake news” - notícias falsas -, precariza o conceito de democracia, segundo dados do Ipec 85% dos brasileiros acreditam que “fake news” podem influenciar as eleições, o qual demonstra que realmente um candidato pode ter sua reputação manchada. Portanto, quando o ambiente virtual é usado de maneira para atacar, forma-se uma verdadeira autocracia.

Diante disso, vê-se imprescindível uma intervenção das mídias televisivas, jornalísticas e sociais, para que a sociedade entenda o fenômeno das “fake news”, além de, demonstrar o debate público com fins educativos. De modo a levar ao público o conhecimento por dentro das discussões de diversos movimentos, com a finalidade de educar os cidadãos e formar pensamento crítico. No entanto, dois polos opostos poderão unir-se formando uma nova rede virtual e pública, com base não só no conhecimento, mas também na democracia.