Eleições 2018: o papel das redes sociais nas discussões políticas
Enviada em 22/07/2024
A frase “A tecnologia move o mundo” de Steve Jobs retrata a realidade na qual estamos inseridos. Diante dessa realidade, as mídias sociais se tornaram um grande propagador de informações em grande escala. Com isso, discussões políticas se tornam cada vez mais acaloradas e recorrentes, colocando a democracia em risco uma vez que gera desinformação entre a população.
A partir do avanço das mídias sociais, tornou-se cada vez mais fácil expor suas opiniões através de telas. Com isso, diariamente milhões de informações são expostas ao público, gerando reações únicas a cada leitor. Decorrente de um assunto tão complexo como a política, opiniões controversas acarretam uma série de brigas, na qual, a partir do ponto de vista apresentado, uma simples opinião pode causar uma avalanche de insultos e até ameaças, passando das mídias sociais e alcançando os tribunais, devido à grande propagação de intolerância e ao radicalismo.
Diante dessa realidade, a propagação de informações através das redes sociais nem sempre é verídica. Postagens realizadas por pessoas desinformadas aumentam e reforçam as fake news. Segundo dados do site Desinformante, cerca de 76% dos brasileiros tiveram acesso a fake news sobre política em 2022. Tais fatos acarretam em decisões precipitadas, as quais tomam força e se espalham de forma que influenciam a tomada de decisões dos possíveis eleitores.
Por fim, é notória a grande influência das redes sociais na tomada de decisões da população acerca de assuntos que repercutem de forma rápida, trazendo inúmeras informações. Diante desses acontecimentos, é de grande importância ressaltar a liberdade de expressão sem ferir o direito do próximo, sendo responsabilidade do Ministério da Tecnologia, responsável pelo gerenciamento tecnológico, juntamente com o Governador de cada estado, promover fiscalizações acerca das informações publicadas, para que, desse modo, a população não seja influenciada através de fake news