ENEM 1999 - Cidadania e participação social

Enviada em 15/05/2021

Diversas escolas visam em meio ao aprendizado a formação de cidadãos participantes na sociedade contemporânea. Ademais, no seriado “Elite”, os professores de Las Encinas cobram muito dos alunos um papel protagonista e de liderança em meio à agremiação. Analogamente, isso é cobrado pelo método de ensino adotado pela escola, que consiste em apenas um aluno tirar nota máxima, dessa forma, gera-se uma competição entre os alunos querendo se destacar diante os outros. Com isso, percebe-se que o quanto um papel de protagonista leva uma pessoa a cidadania e a participação social. Por fim, uma das séries de maior audiência dos últimos tempos retrata como deve ser a participação social, em contraste, uma parte da população, em sua maioria a mais pobre, é invisibilizada por não conseguir ter voz ativa na sociedade.

É indubitável que a cidadania é de extrema importância para a agremiação, já que é por meio dela que se é ouvido e tem seus direitos garantidos, formando assim um país com a população satisfeita. De acordo com o Art. 1º da Constituição Federal, “a República Federativa do Brasil, formada pela união indissolúvel dos Estados e Municípios e do Distrito Federal, constitui-se em Estado Democrático de Direito e tem como fundamentos: I- a soberania; II- a cidadania; […]”. Diante dessa linha de raciocínio, se conclui que os cidadãos devem cumprir o fundamento da cidadania haja vista que está na Magna-Carta.

Em contrapartida, uma parcela da sociedade não exerce sua participação social, não por não querer, mas sim por não conseguir. “O Cidadão Invisível”, escrito por Ivan Jaf, Eduardo Ferigato e Gilberto Dimenstei, revela como é a vida dessa parte da população, invisibilizada, que não consegue exercer sua cidadania por falta de representação e de voz na sociedade. Contudo, é dever do estado garantir que essas pessoas tenho o direito de expressar sua cidadania tendo em vista que, como já mencionado anteriormente, está escrito na Constituição Federal. Em suma, diminuiria a desigualdade social já que os desejos dos mais afetados seriam ouvidos.

Infere-se, portanto, que a cidadania e participação social deve ser praticada por todos em virtude de que é a forma do Estado saber o contentamento da agremiação. Sendo assim, cabe as escolas criarem um plano, por meio de palestras, para informar os jovens sobre a importância de se exercer a cidadania para que eles cresçam conscientes de seus direitos e deveres. De maneira análoga, cabe ao Governo Federal criar um projeto, por meio de projetos, para acabar com a desigualdade de quem consegue ser ativo na sociedade, concluindo assim que dessa maneira todos os cidadãos tenham seus direitos preservados e garantidos.