ENEM 2001 - Desenvolvimento e preservação ambiental: como conciliar os interesses em conflito?
Enviada em 02/09/2021
Na série de televisão “Aruanas”, um grupo formado por três mulheres, investigam crimes de desmatamento que ocorreram na Amazônia, passando por situações de grande perigo ao descobrirem que os criminosos fazem parte de uma poderosa corporação. Fora da ficção, histórias parecidas ocorrem, ONGS responsáveis pela proteção ambiental enfrentam diversos riscos para executarem seu trabalho, e os principais fatores para esse fenômeno são: O avanço da pecuária e das multinacionais.
Em primeiro plano, a devastação causada pela pecuária é nítida no Brasil, o bioma Mata Atlântica perdeu grande parte do seu território para a pastagem. Relacionado a isso, o site de notícias G1 publicou que a Mata Atlântica se tornou um Hot Spot, que são as áreas mais ameaçadas do planeta pela grande diminuição do seu território original. Esse preocupante dado expõem o perigo que o avanço da pecuária vem causando não apenas na Mata Atlântica, mas também em diversos outros biomas brasileiros. Desse modo, causando enorme riscos de extinção de espécies desse habitat e elevando problemas como o aquecimento global.
Ademais, além do avanço da pecuária, em muitos casos há uma grande disputa pelo território devastado, podendo se tornar uma empresa multinacional. Essas corporações são, também, grandes responsáveis pelos problemas ambientais, pois são grandes produtores de resíduos poluentes. Por exemplo, em matéria divulgada pelo portal de notícias “UOL”, as grandes empresas globais são responsáveis pela produção de 50% de todo lixo mundial. Todo esse detrito, sem precedente, causa impactos ambientais inegáveis muito rapidamente, sendo de difícil controle e impossibilitando a reciclagem correta do material. Dessa maneira, eleva o risco de contaminação do solo pelo lixo descartado e aumenta as emissões de gases poluentes.
Portanto, para que o avanço da humanidade esteja alinhado com a preservação ambiental, o Poder Legislativo deve reformar leis de proteção ambiental, por meio de maiores punições e impostos para empresas responsáveis pelo desmatamento. Afim de assegurar à preservação de territórios ameaçados e possibilitar a diminuição do aquecimento global. Possibilitando assim, que histórias como de “Aruanas” fiquem apenas na ficção.