ENEM 2001 - Desenvolvimento e preservação ambiental: como conciliar os interesses em conflito?
Enviada em 08/10/2021
“O mais escandaloso dos escândalos é que nos habituamos a eles”. Afirmação atribuida à filósofa Simone de Beauvoir, pode facilmente ser aplicada aos problemas gerados pelo desenvolvimento e sua inércia por grande parte da comunidade internacional. Ora, haja necessidade de avanços para sociedade, ora necessita-se cuidar do meio ambiente. Em outras palavras, com este avanço no desenvolvimento, ocorre a destruição das florestas e o famigerado aquecimento global. Essas escandalosas problemáticas não podem ser acostumadas pelo povo.
Em primeiro lugar, é importante destacar que a destruição das florestas é algo perigoso, danoso e vem ocorrendo consistentemente. Como amostra de tal evento consistente, nos anos de 1970 tinham 99% das florestas intactas, já no ano de 1999 este percentual caiu para 85%, ou seja, com o decorrer dos anos cada vez mais a floresta vem sendo destruída.Neste ritmo, em breve não haverá sequer uma única árvore com sua raíz fixa no solo, portanto, é necessário lidar com o problema seriamente.
Além disso, aquecimento global está ligado com o desmatamento mas também com a emissão de gases poluidores na atmosfera, decerto, existem países que são mais responsáveis e não tomam nenhuma iniciativa com a intenção de desacelerar esta emissão. Como exemplo, os Estados Unidos da América, é o país que mais produz poluidores e não pretende cessar, para evitar que ocorra uma estagnação de sua economia. Logo, fica claro a gravidade do infortúnio.
Portanto, é preciso que a ONU tome providências para solucionar o problema das consequências maléficas geradas pelo desenvolvimento humano. Urge, que a ONU, crie medidas mais rigorsas, por meio de tratados internacionais, dos quais deixa claro a penitência que o desrespeitador do tratado irá sofrer. Esse tratado, tem como punição à nação, o isolamento econômico por alguns anos e gerará poucos recursos financeiros. Assim, será melhor realizar atividades que não prejudiquem a natureza, do que ficar sem comercializar com as demais nações. Desta forma, país algum poderá habituar-se com o absurdo das florestas devastadas.