ENEM 2009 - O indivíduo frente à ética nacional

Enviada em 08/04/2024

De acordo com o filósofo e escritor Aldous Hurley, " os fatos não deixam de existir só porque são ignorados". Perante a isso, à falta da participação do indivíduo em praticar a ética no âmbito nacional é evidente. Uma vez que, chefes de estados usam de seu poder autoritário para interresses próprios, um exemplo, é a corrupçaõ inssana que atinge todo o território brasileiro. Se deparrando com a falta de ética nacional e profissional. Ato, do qual é imparcial aos constituintes de uma sociedade, assegurado pela constituição brasileira de 1988.

Certamente, a baixa participação social em avaliar tal serviço público, por exemplo, qualidade do ensino nas escolas, atendimento ao SUS e segurança, leva os responsáveis por garantir esses serviços básicos a acomodação, como diz no Ponto de Vista da Revista Veja. Perante a problemática, a ética profissional dos governadores de estados e municípios decaem drasticamente, uma vez que, não existe a reclamação da precariedade dos serviços destinados aos usuários, consequentemente, não existirá a preocupação por meio dos chefes de estados em proporcionar melhores condições de serviços básicos à populaçao.

Além do mais, a censura e o extermínio a aqueles que exercem corretamente seu papel de cidadão como presvisto em lei, que contrapõem a Declaração Universal dos Direitos Humanos de 1945, em poder se manifestar livremente e não sofrer repúdio de horror ao ódio, tal fato, não se efetivou no caso de Mariele Franco, mulher negra de participação política que lutava pelos direitos e acabou sendo assassinada por um indivíduo também com participação política. Com isso, é evidente uma indignação social com o descaso da população, porém, o medo do futuro faz com que cidadões se mantenham em inércia. A ética profissional não cabe ao vocabulário político, em contrapartida, o Estado que deveria zelar pelo indivíduo o acaba matando, causando acomodação por parte da classe minoritária ao o que lhe é ofertado.

Desse modo, é indispensável a somatória da participação do governo, da mídia e da sociedade. Cabe ao Estado junto a mídia consientizar a importância da participação social, somente assim, pode se garantir parcialmente a efetividade da ética do indivíduo dentro da sociedade.