ENEM 2013 - Efeitos da implantação da Lei Seca no Brasil

Enviada em 23/09/2019

A medida que foi criada a Lei Seca os motoristas brasileiros começaram a ter mais atenção entre álcool e volante. A definição de penas mais rígidas como a prisão e as altas multas aplicadas quando o condutor é flagrado em situações de presença do álcool acima do permitido. Tais medidas juntamente com os apoio social tem provocado uma mudança no comportamento da sociedade.

Com a implementação de penas mais duras, todo motorista envolvido em acidentes com vítimas, seja ela de menor ou maior ameaça a vida o condutor que estiver sob a influencia de álcool, além de ser preso, tem a carteira de habilitação recolhida e recebe uma multa de quase dois mil reais. Todas essas punições aliado ao senso comum de que beber e dirigir não é uma combinação tem provocado uma alteração no desempenho social.

Principalmente, o alto consumo de álcool nas estradas é o principal fator no número de acidentes, devido à alteração de seu estado mental. Segundo a Associação Brasileira de Medicina de Tráfego, a utilização de bebidas alcoólicas é responsável por 30% dos acidentes de trânsito. Implementada em 2008, a Lei Seca surgiu para diminuir gradativamente o crescimento de morte nas estradas, tal medida, até então, é bem sucedida. Embora, a falta de uso do bafômetro em algumas regiões por desinformação de alguns policiais persiste internamente na realidade do país.

Contudo, a criação de leis não pode ser a único meio de diminuir o índice de acidentes e tragédias no trânsito. Logo para reduzir efetivamente os acontecimentos provocados pela ingestão de bebidas alcoólicas o governo federal, em conjunto com todos os estados e municípios nas propagandas de conscientização sobre os resultados de beber e dirigir. Esses, também devem exigir que as auto escolas ensinem e exemplifiquem o que acontece quando álcool e direção são combinados, havendo assim diminuição na frequência desses acontecimentos e, consequentemente, na redução de multas, e futuramente menor investimento nas fiscalizações. Somente a união de educação, família e leis pode acabar com essa violência.