ENEM 2014 - 1ª aplicação - Publicidade infantil em questão no Brasil.

Enviada em 18/09/2019

O Conanda aprovou em abril de 2014, uma resolução sobre a publicidade infantil que a considera abusiva.Embora a publicidade tenha seus riscos sobre o comportamento das crianças, ela não deve ser proibida, mas regulamentada.Sendo assim, é necessário olhar para dois aspectos fundamentais: a questão da segurança dos infantos que consomem seus produtos e como a economia é afetada pelas leis que controlam o marketing.

Dessa forma, entende-se que a criança ainda não possui autonomia e discernimento para realizar um consumo consciente.De modo que, abre espaço para que as empresas possam manipular o desejo de compra desses consumidores que ainda estão formando seu censo crítico.Portanto, as leis nacionais possuem a sua relevância, mas é importante não abdicar totalmente a liberdade que a mídia possui, faz-se preciso regulamentar o uso, e não proibi-lo.

Nesse sentido, segundo a OMS, países como Canadá, Reino Unido, Irlanda e etc, possuem políticas de censura parciais.Logo, isso mostra que a propaganda possui um papel essencial para a sustentação da indústria. já que censurá-la significaria um retrocesso na liberdade de expressão da imprensa e que também poderia acarretar em um grande déficit econômico.Pois a pirâmide etária brasileira indica que a maioria da população são os jovens e cortar o público alvo de várias companhias pode ser desastroso.

Infere-se, destarte, que o marketing para as crianças possuem certos riscos que devem ser amenizados.Então cabe ao governo federal instituir leis que regulem o horário de comerciais com a mídia, para um horário entre às dezoito e nove da noite.Além de apresentar avisos sobre consumo moderado, como os do Chile.De modo que, a lei não se torne autoritária, para não prejudicar o investimento feito em publicidade.Assim, o Brasil estará preparando os jovens para compreender o que é ser um consumidor consciente.