ENEM 2014 - 1ª aplicação - Publicidade infantil em questão no Brasil.
Enviada em 23/10/2019
Na 3ª Revolução Industrial houve intensas mudanças nos meios de produção e trouxe consigo a busca incessante por lucro. O mercado consumidor, também, foi muito explorado e as crianças tornaram-se alvo de publicidades. Atualmente, a divulgação de produtos destinado para o público infantil está sendo debatida na política brasileira. E há a preocupação de prepara a população durante a infância para o consumo consciente no futuro.
Primeiramente, em 2014, foi emitida pelo Conselho Nacional da Criança e do Adolescente (CONANDA) a resolução que considera a publicidade infantil como abusiva. E iniciou uma discussão entre ONGs de defesa dos direitos das crianças e setores interessado na divulgação ao público. Além disso, existem exemplos de países que possuem algum tipo de proibição no quesito. Segundo a OMS e a CONAN, países como a Itália, Suécia, Dinamarca e Bélgica tem restrição de horários ou para determinadas faixas etárias. Evidenciando uma preocupação a esse tipo de propaganda infantil.
Ademais, expor os filhos desde cedo é um fator determinante para a formação de consumidores conscientes no futuro. Segundo o SPC (Serviço de Proteção ao Crédito), mais de 60 milhões de pessoas estão inadimplentes, situação fruto da falta de consciência e disciplina durante a fase de aprendizagem.
Portanto, medidas são necessárias para superar a situação. Para que a publicidade infantil torne-se saudável cabe ao MEC (Ministério da Educação) faça a inclusão da educação financeira no Ensino Fundamental por meio de disciplinas que iniciam o comprometimento com o dinheiro para um consumo consciente. Concomitantemente cabe aos pais ensinarem aos filhos o autocontrole e autodisciplina para auxiliar na consciência na hora de consumir propagandas infantis sobre brinquedos, desenhos, videogames, e afins. Só assim, os avanços tecnológicos obtidos pelas Revolução Industrial podem existir em harmônia.