ENEM 2014 - 1ª aplicação - Publicidade infantil em questão no Brasil.

Enviada em 05/04/2020

Observando o cenário em questão sobre a formação comercial do Brasil, podemos concluir que é comum vermos comerciais direcionados ao público infantil. Com a utilização de músicas infantis, parques temáticos e personagens famosos da mídia de entretenimento, a indústria de produtos direcionados a essa faixa etária crescem de uma maneira expansiva, mas por conta disso, tende a gerar o prazer da compra, principalmente nas crianças.

Em vista da atual situação, podemos ter como exemplo a rede social denominada Youtube, onde contém diversos anúncios infantis e apelativos. Considerando isso, podemos ter como exemplo um canal denominado Felipe Neto, onde em seus videos, faz propaganda de produtos direcionados a marca dele ou com parceria de outras empresas para atingir esse público alvo, mas em muitas ocasiões, os país não estão acompanhando o que os filhos acessam online. Segundo o site pais&filhos, 80% dos pais não têm ideia do conteúdo que os filhos acessam na internet.

A falta de discussão sobre o assunto é evidenciada pelas opiniões distintas dos países. Conforme a OMS, no Reino Unido há leis que limitam a publicidade para crianças como a que proíbe parcialmente – em que comerciais são proibidos em certos horários -, e a que personagens famosos não podem aparecer em propagandas de alimentos infantis. Já no Brasil há a autorregulamentação, na qual o setor publicitário cria normas e as acorda com o governo, sem legislação específica.

Como forma de solucionar esse conflito, o governo federal pode criar leis rígidas que restrinjam a publicidade de bens não duráveis para crianças. Além disso, as escolas poderiam proporcionar oficinas em que diferenciam consumo e consumismo, ressaltando a real utilidade e a durabilidade dos produtos, com a distribuição de cartilhas didáticas introduzindo os direitos do consumidor. Para isso ter efeito, é necessário como aliado o dialogo dos pais.