ENEM 2014 - 1ª aplicação - Publicidade infantil em questão no Brasil.
Enviada em 06/04/2020
A situação econômica da Inglaterra gira em torno de muitas coisas, e um desses fatores que movimenta e muda boa parte disso é o príncipe George de seis anos, o qual tem grande influência sobre outras pessoas no país, principalmente na publicidade. Desse modo, tudo que o ele veste, usa e faz, as crianças querem fazer o mesmo, como por exemplo, se o menino da família real veste certa roupa em um evento, essa mesma vestimenta esgota nas lojas no dia seguinte. Já no Brasil, isso pode acontecer no caso de modelos infantis, que divulgam marcas e influenciam famílias a comprar esses produtos para seus filhos. Nesse contexto, a publicidade infantil faz com que aqueles que não tem senso crítico comprem mercadorias que podem causar malefícios à saúde física e psicológica.
Primordialmente, propagandas que divulgam brinquedos que vêm acompanhados de algum produto alimentício não saudável, prejudica a saúde do indivíduo. Já que, este fica mais interessado no objeto do que no alimento em si. Assim, a comida que faz mal é comprada por um motivo externo que seria poder brincar com o que vem junto. Verdadeiramente, segundo a nutricionista e líder do Programa de Alimentação Saudável e Sustentável do Idec Ana Paulo Bortoletto, a criança é muito sensível às publicidades, o que se torna muito mais complicado quando estimula padrões alimentares não saudáveis.
Em segundo lugar, produtos infantis variam muito de qualidade e preço, e consequentemente, os que têm condições financeiras melhores, compram da melhor qualidade. Logo, é gasto cada vez mais caro com o desejo dos filhos, e muitas vezes os pais nao tem dinheiro para comprar. Dessa maneira, é provável uma exclusão no grupo de amigos na escola, rua ou parque, porque a criança não tem um brinquedo suficiente na percepção dos outros para participar da brincadeira junto com os colegas.
Em suma, é necessário que o Governo Federal realize um regulamento para campanhas publicitárias, na qual controlará a tentativa de convencer quem não consegue formar uma opinião, além de multar financeiramente empresas que violarem tais regras de controle. Ademais, cabe às escolas a realização de palestras que mostrem a possível realidade de alguns, para assim, não serem submetidos à uma vontade de ter algo desnecessário ou inviável. Dessa forma, deixando a publicidade infantil mais saudável e menos prejudicial aos jovens.