ENEM 2014 - 1ª aplicação - Publicidade infantil em questão no Brasil.

Enviada em 06/04/2020

A publicidade mercadológica de uma maneira geral enfrenta vários questionamentos ,isso porque, não fica bem esclarecido pelos seus defensores o que é desperdício social e o que é salutar nesse expediente. Mais especificamente, quando o destinatário da propaganda é o público infanto-juvenil, o debate assume ares de maior importãncia. É dizer, por um lado, há que ser garantido a de liberdade de comunicação, por outro, deve ser preservado o livre desenvolvimento das crianças, pelo que, o bombardeamento de informações nocivas pode influenciar negativamente nesse processo.

Posto isso, se é bem discutível a utilidade de propagandas, que mais mostram famosos do que informações acerca do preço e da qualidade do produto, mais ainda se torna, quando aquelas são direcionadas para um público vulnerável que, sem sombra de dúvidas, mal sabem como opera a lógica do mercado. Com isso, o discurso de liberdade desenfreada na publicidade infantil violam, por assim dizer, em maior medida, a própria liberdade dos individuos que não possuem capacidade de reflexão e, por isso, são seduzidos pelos cantos dolosos do consumo.

Posto isso, se é bem discutível a utilidade de propagandas, que mais mostram famosos do que informações acerca do preço e da qualidade do produto, mais ainda se torna, quando aquelas são direcionadas para um público vulnerável que, sem sombra de dúvidas, mal sabem como opera a lógica do mercado.

Com base nor argumentos delineados, não há como negar que a liberdade de comunicação deve ser restringida quando na outra ponta estiver interesses maiores do Estado. Fosse de outro modo, o processo de maturidade das crianças restariam substancialmente corrompido. Assim, além do governo, às familias e às escolas, possuem o dever legal de proteger os ifantis. Para tanto, há que sobrelevar o papel da leitura diária e mais ainda dos debates construtivos, ou, por outras palavras, faz-se necessário uma educação libertadora.