ENEM 2014 - 1ª aplicação - Publicidade infantil em questão no Brasil.
Enviada em 12/05/2020
Atualmente, no Brasil, não há leis que regulam ou proíbam a introdução de propagadas voltadas ao publico infantil. É questionável como um país consideravelmente pobre oferece visão de coisas as quais mais da metade da sua população, em especial as crianças brasileiras, não podem possuir. São esses e outros que implicam pensar a respeito de uma legislação destinada a essas publicidades, consideradas o pesadelo de muitas famílias, uma vez que dificultam o trabalho dos pais de educarem os filhos.
Durante a infância, muitas familiais empenham-se em compartilhar valores e costumes á criança, todavia, um dos maiores problemas é educar financeiramente. Quando se trata de posses, as mídias sociais, principalmente, tem sido grandes inimigas dos pais, mostrando um mundo extremamente consumista que, muitas vezes, foge da realidade. São essas mesmas crianças persuadidas que num futuro próximo se tornaram consumidores em potencial, e até mesmo descontrolados financeiramente.
Um exemplo de grandes influenciadores desse consumismo são os Youtubers, grandes divulgadores de produtos. Crianças tendem a querer moldar-se na vida dessas pessoas, inocentemente desconhecendo que o trabalho dessas pessoas é meramente persuadi-las a consumirem produtos que eles mesmo, muitas vezes, não chegam nem a pagar por eles. Os pais acabam sendo vítimas e tendo um trabalho a mais de convencer seus filhos sobre suas condições financeiras.
Sendo assim, para barrar as propagandas infantis e contribuir no desenvolvimento pessoal desse pequenos cidadãos do Brasil é preciso que as famílias em ação conjunta com ONGs e instituições ligadas aos direitos das crianças, cobrem políticas públicas do Governo federal, tomando por exemplo a regulação dos horários de publicidade e conteúdo nela inserido. Outrossim, seria que o MEC levasse as escolas publicas e privadas ações de conscientização a respeito do consumismo, objetivando introduzir na vida desses jovens a educação financeira e a posicionar-se diante das fisgadas num mundo consumista.