ENEM 2014 - 1ª aplicação - Publicidade infantil em questão no Brasil.

Enviada em 16/05/2020

Na 2º Guerra Mundial as publicidades foram um grande influenciador de opiniões, na qual era demonstrado somente os aspectos negativos do inimigo no intuito de formar somente um tipo de perspectiva. Outrossim, o que se observa na contemporaneidade é semelhante do modo no qual os Nazistas controlavam o público, uma vez que a publicidade infantil tem como objetivo de persuadir a criança com seu produto, sem saber suas consequências. Esse cenário antagônico é fruto tanto do consumismo exacerbado, quanto da liberdade das empresas de promoverem seus produtos. Diante disso, torna-se imprescindível a análise dos aspectos que corroboram para essa problemática.

Em primeiro lugar, é importante destacar que o consumismo infantil deriva da baixa atuação dos setores governamentais, no que se refere à criação de mecanismos que controlem tais recorrências. Segundo o Pensador Thomas Hobbes, é função do Estado garantir o bem estar da população, entretanto isso não ocorre corretamente no Brasil. Devido à falta de efetividade das autoridades, o consumismo infantil se deve à liberdade das propagandas poderem disseminar seu produto com recursos atrativos para a criança, como as redes de fast-food, que tem direta relação no Brasil, com 9,4% das meninas e 12,4% dos meninos ser considerados obesos, de acordo com a definição da OMS.

Ademais, é cabível salientar o a liberdade das empresas como promotor do problema. De acordo com Adolf Hitler, “Toda propaganda tem que ser popular e acomodar-se à compreensão do menos inteligente dentre aqueles que pretende atingir.”. Partindo dessa conjectura, o uso liberado de diversificados modos de atingir o público infantil, por meio de cores vibrantes, personagens infantis faz  que determinado alimento esteja relacionado com sensações boas e boa qualidade, mesmo sem haver.

Portanto, é mister que o Estado tome providências para reduzir a situação do quadro atual. Deste modo, necessita-se urgentemente, que o Ministério da Saúde e Ministério da Educação, exija nas propagandas das redes de fast-food o consumo moderado, e um limitado uso de estimulantes para um produto, através de um projeto de lei a ser entregue à Câmara dos Deputados. Nele deve constar que, para fazer uma propaganda, deve-se passar por uma análise desses Ministérios para que seja liberada,  com intuito de mitigar em médio e longo prazo, o controle da publicidade infantil na qualidade de vida da criança.