ENEM 2014 - 1ª aplicação - Publicidade infantil em questão no Brasil.

Enviada em 06/08/2020

Desde pequenos somos “bombardeados” por informações sobre o mundo do consumo. Televisões, celulares e vários tipos de aparelhos eletrônicos, desenhos animados, filmes e propagandas exibem, diariamente, muitos atrativos às crianças. A publicidade infantil vem sendo discutida a anos e por tratar de um grupo vulnerável e fácil de atraí-los para esse mundo consumista, medidas educacionais devem surgir.

Os filhos são reflexos dos pais, ou seja, não podemos impedir que a criança não seja consumista quando os pais são (salvo com educação, informação e conscientização). Exemplo, quando a criança está correndo com algum objeto na mão e achamos que ela pode se machucar, o certo, de acordo com psicologia infantil, é conversar e explicar o porquê de não fazer aquilo. Com a questão da publicidade que esse criança vê, na televisão, por exemplo, é semelhante. Se houver comunicação e explicação sobre o porquê aquilo está ali (produto para marketing), com o tempo, a criança tende a entender.

Alguns estudos de psicólogos e terapeutas indicam sobre como o modo que falamos com a criança influencia na formação de sua personalidade que, de acordo com Freud, só está essencialmente formada próximo dos cinco anos de idade. Juntando esse dois fatos com a questão da publicidade infantil afetar as crianças, podemos analisar como a educação através da conversação pode prepará-la positivamente para vida adulta.

Portanto, a medida a ser tomada para solucionar esse problema é a de  usar educação comunicativa (explicação). Com a ajuda de psicólogos e terapeutas, o diálogo entre os pais/responsáveis e crianças será mais didático. Fazendo-as compreender, com tempo, sobre a realidade do marketing, publicidade infantil e a problematização disso.