ENEM 2014 - 1ª aplicação - Publicidade infantil em questão no Brasil.

Enviada em 10/12/2020

A lei de n° 5921/2001 proíbe a publicidade infantil direcionadas para crianças é evidente que o avanço social aconteceu, pois as propagandas abusivas convenciam o público alvo a consumirem seus produtos, porém, ainda existem muitos desafios a respeito desse problema na nação. Assim, é lícito afirmar que o aumento contínuo da publicidade infantil na sociedade brasileira gera várias vertentes significativas relacionadas ao seu impacto na vida dos indivíduos. Isso ocorre devido à falta de debates nas escolas e à ausência de políticas públicas para solucionar os impasses previstos nesse setor.

Em primeira análise, evidencia-se que a escassez de abordagens das escolas sobre o assunto mencionado corrobora para o seu crescimento. Isso acontece porque as instituições não ensinam a importância de consumir o essencial, o excesso de comerciais  prejudicam o desenvolvimento desse cidadão e que viabiliza o sentimento de frustração em crianças que não podem obter um determinado objeto. Sob essa óptica, segundo o filósofo Immanuel Kant afirma que o homem é aquilo que a educação faz dele,ou seja,os colégios tem um papel fundamental na construção civil dessas pessoas, visto que influencia de forma positiva . Consequentemente, o uso de logísticas impossibilita a modificação da realidade e o silencio do departamento educativo inviabiliza a transformação de comportamento.

Além disso, é imperativo pontuar que a insuficiência de políticas públicas dificultam a resolução de impasses previstos nessa área. Essa lógica é comprovada com a ausência de campanhas elucidativas,ao explicar os problemas da publicidade infantil e à diminuição de propagandas em redes tecnológicas, com anúncios de acessórios, celulares e brinquedos que induzem desejarem aquele conteúdo. Contudo, a Constituição Federal de 1988 garante a proteção a criança e o adolescente de mecanismos persuasivos, entretanto, na prática, essa veracidade é diferente da condição vigente, em razão ao acréscimo de anúncios nas plataformas. Logo, é substancial a mudança desse quadro para paralisar as propagações que atuam de modo tendencioso para venderem suas mercadorias.

É necessário, portanto, que medidas sejam tomadas.Posto isso, cabe ao Ministério da Educação lançar um projeto social, ao legitimar debates que mostram aspectos negativos que a publicidade infantil proporciona, voltado em esclarecer a notabilidade de consumir o que realmente precisa, por meio de palestras, teatros e músicas educativas, no intuito de promover uma boa conduta comportamental e bem-estar coletivo. Ademais, é preciso que o Governo Federal coloque em rigor a Constituição ao criar um site de controle para banir publicidades infantis excessivas que manipulam esses cidadãos nas mídias digitais e visar comprometimento em proteger essas crianças de disseminações pertinentes a convencer o consumo. Sendo assim, a Lei de n°5921/2001 poderá se realizar na corporação.